Na altura em que seguia na frente, Filipe Albuquerque envolveu-se num choque com Ricky Taylor, com o português a sair de pista. Inocente ou culpado?

A corrida de abertura do IMSA (campeonato de resistência dos EUA) estava a correr bem à equipa Action Express Racing, até a cinco minutos do final, altura em que Filipe Albuquerque colidiu com Ricky Taylor. Na sequência deste choque o Cadillac do português saiu de pista, com um pião, e atrasou-se de forma irremediável para Cadillac vencedor. Albuquerque, que dividiu a condução com outro português, João Barbosa, e o brasileiro Christian Fittipaldi, e que assinou a volta mais rápida das 24 Horas de Daytona (1.36.269) disse ter terminado a prova com um sentimento de dever cumprido, mas confessou-se insatisfeito: “Não foi uma derrota porque no meu modo de ver a competição, não é assim que se fazem ultrapassagens. Foi um toque intencional, a direção de prova não entendeu assim. Mas toda a gente viu o que aconteceu. O espetáculo das 24h de Daytona acabou por ficar manchado ao cair do pano. É pena. Assim, este segundo lugar é para nós uma vitória. Tenho o sentimento de dever cumprido. Fizemos uma corrida eximia e sem erros. Não há muitas mais palavras depois do que aconteceu. Estamos tristes mas cientes que em pista fomos melhores, muito melhores”.

Para que não restem dúvidas do trabalho de Albuquerque e das suas gigantes qualidades, o piloto português fez a volta mais rápida da prova com 1.36.269.

Resultados

1             RICKY TAYLOR                    #10 CADILLAC DPICP

2             FILIPE ALBUQUERQUE   #5 CADILLAC DPICP        

3             MARC GOOSSENS           #90 MULTIMATIC/RILEYCP

Veja as imagens:

 

 

Saiba mais na próxima edição do Autohoje.

Assine Já

Edição nº 1441
Já nas bancas

Digital Papel

Top

Os mais recentes