Bruno Magalhães vai poder regressar na segunda etapa do Rali de Sanremo. Os estragos do acidente não foram tão graves como se pensava e a equipa vai recuperá-lo.

Peugeot 207 de Bruno Magalhães após o acidente

A noite foi longa para a equipa da Peugeot Portugal. Já passava das quatro horas da madrugada (três em Lisboa), quando o reboque chegou com o Peugeot 207 S2000. Mas o ambiente entre os elementos da formação nacional nunca foram tão elevados desde que Bruno Magalhães bateu em cheio no carro de Brice Tirabassi, que tinha o seu 207 S2000 atravessado e não se preocupou em avisar os concorrentes que o precediam de que estava a obstruir a estrada.

Os problemas no carro da equipa portuguesa não são tão graves como se poderia pensar e, depois de uma análise mais apurada por parte dos mecânicos e do director técnico e desportivo da equipa, Carlos Barros, foi decidido que Bruno Magalhães e Paulo Grave vão poder regressar à prova no dia de amanhã, no sentido de continuarem a conhecer o rali italiano.É verdade que o aparato poderia fazer pressupor o pior, mas o motor não está danificado. Como tal, todos os elementos que estão à sua frente podem ser substituídos. A equipa tem o dia de hoje, até às 2h30 de sábado, para recuperar o carro e colocá-lo em parque fechado para regressar amanhã ao abrigo do “super rally”.

Esta decisão teve em conta o facto de que a equipa precisa de tirar o máximo proveito desta experiência pois no próximo ano, se o programa de participação em algumas provas do IRC se confirmar, esta será, seguramente uma delas, como já asseguraram ao Autohoje alguns responsáveis
da Peugeot Portugal.

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