O campeão nacional em título mantém-se nos lugares da frente após a segunda etapa, mas um furo acabou por relegá-lo para a quarta posição.

A segunda etapa do Rali do Japão não correu tão bem a Armindo Araújo como a equipa poderia pensar. Logo no terceiro troço do dia, o campeão nacional em título teve um furo no Mitsubishi Lancer Evo IX e foi obrigado a mudar a roda em pleno troço, o que o fez perder praticamente três minutos. Neste momento, o piloto de Santo Tirso é quarto entre os participantes no Mundial de Produção, a pouco mais de quatro minutos do primeiro, e ocupa a 11ª posição à geral.

Sem conseguir ser tão rápido como desejava, Armindo Araújo e a equipa técnica estão a analisar o que se passou durante a etapa no sentido de andarem mais depressa na última etapa. “Penso que não acertámos no melhor ‘set-up’ para o carro e agora estamos a estudar soluções para melhorar”, explicou o piloto português que admite estar participar “num rali muito interessante, mas em que tudo é novo. As classificativas são muito distintas, o tipo de condições de uma para a outra podem ser totalmente diferentes. Por isso, é preciso também passar por um processo de aprendizagem. É preciso jogar com as pressões e as temperaturas dos pneus de especial para especial, algo que em ralis mais curtos e com pisos mais semelhantes nem sempre era necessário”.

Armindo Araújo pensa que, apesar da equipa estar a realizar uma prova totalmente desconhecida, “está a ser positivo” e garante estar muito motivado para enfrentar a última etapa do Rali do Japão, pois “ainda é possível chegar a um lugar no pódio”, assumiu.

Classificação da produção

1º G. Pozzo – 2h41m16,0s
2º T. Kamada – a 1m42,5s
3º L. Kuzaj – a 3m16,8s
4º Armindo Araújo – a 4m01,8s
5º E. Vertunov – a 5m56,0s

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