A Skoda introduziu no seu modelo mais importante um novo  motor, o 1.0 TSI, com três cilindros turbo a gasolina,  prometendo maior dinâmica e eficiência face ao antecessor 1.2 com 110 cv. Saiba o que vale.

Em plena fase de implementação no grupo VW, está o 1.0 TSI, um três cilindros turbo a gasolina, que já está disponível para o Skoda Octavia, na versão berlina e carrinha. Apesar de ter menos um cilindro face ao antecessor 1.2 TSI de 110 cv (o de 86 cv mantém-se na gama), o novo “mil” anuncia melhores consumos, 4,5 l/100 km (uma melhoria de 0,4 l/100 km), na versão Break. O 1.0 TSI é 590 euros mais caro face ao antigo 1.2. Nos arredores de Praga (República Checa), conduzimos o novo motor, associado a uma caixa manual de seis velocidades (a DSG não está para já prevista para o nosso mercado). O bloco de 999 cc tem um funcionamento suave e sem vibrações, em virtude da utilização de um volante bimassa, fazendo-nos esquecer que se trata de um três cilindros. Apenas quando é levado ao extremo é que o ruído se torna mais presente. O motor mais compacto, com 78 kg, permite reduzir o peso do conjunto de forma significativa, 33 kg no caso desta versão da carrinha. Conta ainda com um cárter em alumínio, um sistema de injeção common-rail até 25 bar de pressão, baixa fricção entre os componentes e coletor de admissão e escape variável. Na dinâmica, as melhorias também são notórias. O turbo, que entra em ação em milisegundos, os 200 Nm de binário a partir das 2000 rpm e o excelente escalonamento da caixa de velocidades, tornam o motor disponível em quase todas as situações. No final do teste, aproximámo-nos dos 6l/100 km. O “model year” estreia na gama Octavia (mas apenas em motores a partir dos 150 cv) a suspensão adaptativa Dynamic Chassis Control (DCC), que permite optar entre os modos Eco, Normal, Confort e Sport. Foi também introduzida a Phonebox, que permite o carregamento por indução para smartphones com sistema Qi.

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