O maior motor Diesel disponível para o Mini - 2.0 com 170 cv e 360 Nm, combina bem com a primeira série especial desta terceira geração. O Seven facilita no bom gosto e no reforço do equipamento de série.

O sete é de quê, foi o que mais nos perguntaram. Sucintamente, o “seven” alude ao Seven Mini de 1959, o original, que por sua vez visava o Austin Seven, outro carro económico dos anos 1920/30, longamente famoso no Reino Unido, e este sim com o “sete” associado à capacidade do motor e ao tamanho do chassis, e que por sua vez foi vendido como Dixi na Alemanha, ou seja, nem mais, o primeiro automóvel da BMW.

Mais uma prova de que isto anda mesmo tudo ligado. Hoje, mais do que qualquer outro significado rebuscado, o Seven é uma edição especial, a primeira nesta terceira geração do novo Mini lançado em 2013. Para o construtor, qualquer edição especial tem como principal função dar um impulso às vendas; para o comprador, por um acréscimo de preço inferior ao das partes, deve significar mais equipamento. E nós sabemos que nas marcas premium quase tudo roda à volta dos opcionais. Neste caso, por mais 3700 euros recebemos 25 linhas de extras, com destaque para o azul Lapisluxury, jantes de 17”, bancos meio-pele e com tecido xadrez, quase todos os sensores, e luzes LED.

Remata-se com detalhes específicos como os autocolantes “7” e as riscas no capot. Por baixo está um dois litros Diesel com 170 cv, mas pode comprar o “Seven” com quase qualquer outro motor Diesel ou gasolina da gama. Neste Mini, o maior de sempre, sente-se menos o peso do 2.0, que fica mais equilibrado, continuando ágil, de traseira viva mas progressiva e com sobra de binário para desenvolver só com o acelerador, sem precisar de reduções em catadupa.

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