Na senda das associações com as casas mais “chic” de Paris, a DS une-se à Givenchy e lança  uma série especial do DS3 com uma decoração específica,  uma pintura de carroçaria de toque rugoso e um porta-acessórios para ninguém andar fora de moda.

Para dinamizar as vendas do DS3, a marca francesa associou-se à Givenchy Paris para criar uma série especial limitada a 1400 unidades. Esta versão, que o Autohoje testou com a motorização BlueHDI de 100 cv (também há com motor 1.2 Pure Tech a gasolina), carateriza-se pela sua pintura especial: um branco de nácar, rugoso, como uma espetacular pintura mate, que tem a particularidade de ser tão diferente ao toque que dá vontade de estar sempre a mexer. É o cabo dos trabalhos para remendar quando se risca ou estraga, mas resulta muito bem na imagem do DS3 especialmente quando combinada com o tejadilho num violeta “Whisper” que assegura o contraste. O interior também é tão especial que fomos pedir ajuda à nossa colega Adresly para o experimentar: bancos em pele ergonómicos, um tablier num rosa de oxidado fingido para marcar a diferença para outros DS3 e, dentro do apoio de braços, um estojo Givenchy para guardar acessórios de maquilhagem. “Perfeito para um baton, um rímel e um blush”, explicou a nossa colega: “fica tudo guardado num espaço útil e podemos usar quando é preciso, com a ajuda do espelho de cortesia que é iluminado por LED”. Detalhes que uma condutora certamente valoriza.

No demais, é um DS3 como outro qualquer. Não é especialmente espaçoso nem tão pouco refinado. Está construído sobre uma plataforma datada e é permeável a ruído de motor e vibrações, mas é um automóvel irreverente e com atitude, diferente dos utilitários que existem na classe. Esse é o seu trunfo. Tivesse comandos de melhor tato e uma direção mais capaz e até seria um dos mais divertidos de conduzir.

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